Lições de inovação das linhas da frente das fintechs

Jul 29, 2021 | min read
By

CI&T

Estamos a preparar-nos para apresentar mais um dia de mesas redondas e diversão com a Lean Digital Speedway, na SXSW Interactive. É o nosso segundo ano e parece-nos boa ideia levantar um bocado o véu e falar sobre os temas das nossas próximas mesas redondas.
 
Ficaria surpreendido se o seu vizinho banqueiro lhe dissesse: “Somos mais parecidos com criadores de software do que com bancos”? Não nos chocou assim tanto esta confissão de um executivo que participou no nosso estudo sobre inovação nos serviços financeiros. As necessidades dos clientes e as respostas da concorrência estão a evoluir mais depressa do que nunca, e as empresas de serviços financeiros de média e grande dimensão estão a ter dificuldades em acompanhar o ritmo da inovação.
 
Mas não é um feito menor conseguirmos acompanhar o ritmo dos clientes que procuram a melhor experiência de utilizador possível, das autoridades reguladoras que querem evitar outra crise financeira, e das equipas internas que têm os seus próprios planos (com frequentes casos de concorrência interna).

Não perca a nossa mesa redonda: Lições de inovação das linhas da frente das fintechs

Para ficar a conhecer melhor as tendências que têm impacto nestas empresas, junte-se a Thelton McMillian, Fundador e CEO da Comrade – uma empresa da CI&T, Jim Van Dyke, Fundador/CEO da Futurion, Allison Landers, Vice-Presidente do Digital e da Experiência de Cliente na Prudential, e Joe Jordan, Vice-Presidente Executivo, Banca Digital no Regions Bank na segunda-feira, 12 de março, às 12h30 no Courtyard Marriott Austin, Sala Rio Grande (2.º andar), para a nossa mesa redonda: Lições de inovação das linhas da frente das fintechs.

5 importantes tendências nas fintechs

Muito embora os serviços bancários remontem ao século XIV, nunca o setor de serviços financeiros viveu um ritmo de mudanças tão rápido como atualmente. Para explorar as realidades, desafios e oportunidades de negócio num ambiente comercial tão dinâmico, a CI&T realizou um estudo entre os executivos responsáveis por alguns dos maiores projetos de inovação digital na área das fintechs e sistemas de pagamento. Três dos participantes vieram de alguns dos maiores bancos norte-americanos, e os outros de fornecedores de serviços globais de pagamento, seguradoras, sociedades de investimento, entre outros.
 
Descobrimos o seguinte:


1) Transformar ideias em realidade demorava tipicamente dois anos
Durante as entrevistas com os nossos especialistas nesta matéria, ficamos a saber que as durações dos projetos variavam muito (entre seis meses e cinco anos) e que os projetos tinham uma duração média de 24 meses. Independentemente dos princípios aplicados, fossem eles Lean, Agile, Waterfall ou Scrum, a duração do projeto estava fortemente associada à metodologia de inovação aplicada, sendo que alguns alcançaram melhores resultados que outros.
 
2) Infelizmente, a inovação é um exercício top-dow

Ficamos impressionados, mas não completamente surpreendidos, ao descobrir que algumas das empresas de serviços financeiros mais tradicionais só permitiam ideias inovadoras que tivessem origem nos quadros superiores.
 
3) Os gestores de risco podem ser os seus principais aliados

Tipicamente, assumimos que as equipas que estão mais centradas no risco e na segurança são as que têm menos propensão para assumir riscos, por motivo óbvios. Mas isso não significa necessariamente que se oponham às inovações. Na realidade, constatamos que os membros das equipas centradas no risco e na segurança são incrivelmente valorizados durante a fases de ideação e resolução de problemas.
 
4) Dar prioridade às plataformas móveis é para quem está mais atrasado

50% do tráfego na Internet deve-se a dispositivos móveis, e há inúmeras razões para acreditar que este número vai aumentar. Não passou assim tanto tempo desde que as empresas começaram a criar os seus primeiros websites, e hoje em dia já têm por estratégia dar prioridade às plataformas móveis. Porém, as mais inovadoras estão neste momento a desenvolver ambientes exclusivamente para as plataformas móveis, deixando para segundo plano o desenvolvimento de versões web.
 
5) Superar a complexidade é uma atividade de equipa

O estudo revelou também que as empresas mais rápidas e inovadoras criam equipas multifuncionais logo na fase de ideação para abordarem os seus projetos mais complexos. Manter estas equipas inalteradas durante todo o projeto, deixa-nos mais bem preparados para cruzar a meta.
 
Junte-se a nós para saber mais. Clique aqui para saber mais sobre a nossa sessão intitulada “Lições de inovação das linhas da frente das fintechs” e aqui para responder aos convites para todos os eventos.


CI&T logo

CI&T