IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
CI&T e AWS: Como a parceria transformou o atendimento com IA generativa na Alelo Ago 31, 2026 | min leitura TecnologiaInteligência ArtificialImpacto de negócioDesenvolvimento de softwareAWS By CI&T Em parceria com a AWS, ajudamos a desenhar a forma como a Alelo passou a conversar com quem usa seus benefícios: um assistente de IA generativa que troca menus numéricos por linguagem natural, hoje em produção no Amazon Bedrock.A Alelo, uma das maiores empresas de benefícios e pagamentos do Brasil, registrava 746 mil visitas mensais às páginas de FAQ, mas esse tráfego não se refletia em menos ligações para a central de atendimento.Seis meses de histórico de atendimento, 2,3 milhões de contatos registrados entre maio e setembro de 2025, ajudam a explicar por quê. Cinco temas concentravam quase 30% de todas as ligações: informações sobre o app e o produto, rastreamento de cartão, cancelamento por perda, consulta de saldo e aviso de depósito de benefício. Nenhum deles precisava de uma pessoa do outro lado da linha. Todos já tinham resposta em algum lugar do FAQ, mas ninguém conseguia encontrá-la rápido o suficiente.O chatbot anterior da Alelo funcionava por menus fixos e regras pré-programadas, sem entender a linguagem natural e sem manter contexto entre mensagens. Perguntas fora desses menus não tinham resposta, e o único caminho restante era ligar para a central. Repensar a pergunta antes de trocar a tecnologia Nossa contribuição, dentro da parceria com a AWS, foi no desenho da experiência: como uma pessoa deveria poder pedir ajuda, e o que precisava acontecer por trás para que a resposta certa chegasse até ela.Em vez de navegar por menus numéricos e escolher entre opções pré-definidas, o usuário passa a descrever o que precisa com as próprias palavras, como faria com alguém do suporte do outro lado da linha. O assistente usa primeiro processamento de linguagem natural (PLN) para entender a intenção por trás da pergunta. Em seguida, busca a resposta no conteúdo já existente do FAQ. Por fim, devolve uma resposta contextualizada para quem perguntou.A pessoa para de tentar adivinhar em qual categoria de menu sua dúvida se encaixa, e passa simplesmente a perguntar, como perguntaria a um atendente. Esse foi o ponto de partida que definimos antes de qualquer decisão sobre modelo ou arquitetura: a forma como a pessoa pede ajuda precisa fazer sentido para ela, independentemente da tecnologia que vai processar essa pergunta por trás. Os resultados em produção A partir desse desenho, a AWS assumiu a implementação técnica e colocou o assistente em produção no Amazon Bedrock utlizando o modelo Anthropic Claude Haiku 4.5, em 14 de abril de 2026. No primeiro mês, segundo dados publicados pela AWS, o assistente atendeu em média 17.500 acessos por dia, com 74% de avaliações positivas dos usuários.Os detalhes de arquitetura, modelo escolhido e cálculo de ROI estão no artigo técnico da AWS, linkado no fim deste texto. A experiência antes da tecnologia Essa experiência confirma um princípio específico: a tecnologia por trás de um assistente de IA generativa só entrega o que promete se a pergunta que ela responde já tiver sido bem desenhada antes dela existir. Trocar um menu por uma caixa de texto não é suficiente. É preciso repensar como a pessoa formula o que precisa, para que tudo o que vem depois tenha a pergunta certa para responder. Esse foi o ponto de desenho de experiência em que contribuímos nessa parceria.Leia o artigo no blog da AWS Brasil → CI&T 0