IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
Modernizações de legado aceleradas por AI Mar 27, 2024 | min leitura Inteligência Artificial By Leonel Togniolli Sistemas legados são moedas com duas faces: ao mesmo tempo em que são exatamente o que mantém as empresas operantes e lucrativas, a bagagem de anos - talvez décadas - de desenvolvimento fica tão complexa que pode colocar em risco a continuidade do negócio. Toda essa complexidade traz uma consequência ainda maior: a perda de agilidade. Segundo Leonel Togniolli, Head of Technology da CI&T, “o legado reflete diretamente na capacidade da empresa de atender as necessidades do negócio na velocidade que o mercado demanda”. Com a facilidade de entrada de concorrentes nativos digitais, o mercado exige experiências cada vez melhores por parte das empresas consolidadas, que, devido aos seus sistemas legados, não conseguem responder com velocidade. Soma-se a isso a dificuldade cada vez maior para encontrar profissionais qualificados, o alto custo de manutenção e a vulnerabilidade a incidentes de segurança, e o cenário de urgência está criado! Quais indústrias mais se beneficiam com a legacy modernization? Modernizar sistemas legados é um desafio universal. Mesmo que qualquer empresa possa enfrentar os desafios provocados por décadas de desenvolvimento, o mercado financeiro (especialmente bancos) são historicamente conhecidos pela extensa bagagem que carregam. Nos últimos anos, o alto nível de complexidade dessas organizações tem sido confrontado pela velocidade das fintechs em entregar experiências de uso melhores aos clientes. É comum que após uma fusão ou aquisição os sistemas tenham tecnologias diferentes e não se integrem com facilidade. Às vezes a empresa comprada já carrega um legado de décadas e isso vira herança para quem fez a aquisição. Para Leonel, a diferença de agilidade no lançamento de novos recursos “é como comparar um transatlântico com um jet ski manobrando”. Contudo, mais do que mercados específicos, o que indica a urgência de uma modernização de legado é o próprio histórico da companhia: empresas de médio e grande porte ou que passaram por M&A costumam sentir os efeitos de legado mais fortes. “É comum que após uma fusão ou aquisição os sistemas tenham tecnologias diferentes e não se integrem com facilidade. Às vezes a empresa comprada já carrega um legado de décadas e isso vira herança para quem fez a aquisição”, afirma Leonel. Com a equipe cada vez mais dedicada a solucionar imprevistos e sem capacidade para desenvolver com o olhar do futuro, torna-se impossível ignorar os resultados que estão deixando de ser alçados pela falta de recursos novos. Sinais de que é hora de modernizar Além da evidente pressão do mercado por melhorias que ficam cada vez mais difíceis de serem entregues, alguns sinais indicam que a companhia está no momento de enfrentar o desafio da modernização: Alto custo de manutenção, tanto pela arquitetura atual quanto pela retenção de profissionais especializados. Ciclos longos de implementação e teste de novas funcionalidades. Constantes efeitos colaterais após o lançamento de novos recursos. Incidentes de segurança devido a dependências não suportadas e códigos desatualizados. Identificar a necessidade de modernização, porém, é só o primeiro passo de uma jornada repleta de desafios. Os principais desafios ao realizar a legacy modernization A complexidade de um projeto de modernização exige profissionais experientes. Dentre os principais desafios encontrados durante essa jornada, Leonel destaca os principais: Perda de regras de negócio Com o tempo e turnover de colaboradores, muitas das milhares de regras de funcionamento que compõem um sistema são perdidas. No momento de reconstruir o software, deixar de fora alguma delas pode causar grandes problemas. Velocidade A modernização pode ser perfeita, mas se levar três anos para ser concluída, fica envelhecida já ao terminar. Projetos como esses não podem ser longos, precisam de eficiência, porque quando a modernização acaba, a empresa e o mercado são outros. Cultura Não é só o sistema que precisa ser modernizado, mas também a forma de trabalhar, práticas e cultura da empresa precisam ser revistas. Isso é um grande desafio, especialmente em grandes companhias que têm seus processos ancorados em décadas passadas. Quando esse ponto não é levado em consideração, a cultura que levou a deixar o problema crescer vai deixar o sistema ficar defasado novamente em pouco tempo. ROI A análise do retorno sobre o valor investido na modernização não é simples. Com a agilidade de execução potencializada pela AI, essa conta fica mais fácil de fechar, pois o custo diminui e, consequentemente, o ROI aumenta. Modernizações baseadas em engenharia reversa manual, em que pessoas consultam as regras no legado e as replicam no novo código, sempre foram complexas e arriscadas. A AI nos habilita a fazer de forma mais segura e rápida. Legacy modernization powered by AI: arqueólogos de código Segundo Leonel, “modernizações baseadas em engenharia reversa manual, em que pessoas consultam as regras no legado e as replicam no novo código, sempre foram complexas e arriscadas. A AI nos habilita a fazer de forma mais segura e rápida”. Com a GenAI, um ganho expressivo de oportunidades no fluxo de desenvolvimento de software vem sendo habilitado, primeiro na compreensão e navegação dos códigos legados e em seguida na transformação em soluções com mais valor, como: Ajuda na extração e interpretação de informações do código fonte dos sistemas legados. Tais informações podem ser usadas não apenas para construir um sistema novo, mas também para evoluir a solução atual. Gera documentação técnica e de negócio com base nas informações extraídas, resgatando regras de negócio perdidas pelo turnover de colaboradores ou fluxo de desenvolvimento. Acelera a transformação do próprio código fonte para arquiteturas mais modernas através da modernização em ciclos curtos, de forma incremental, e não fazendo tudo de uma vez. Possibilita selecionar trechos de alta complexidade no código e transformá-los em parte de um novo sistema, documentação, ou outras aplicações que serão usadas para revisar processos, experiências e jornadas. Para finalizar, Leonel destaca que a GenAI só destrava todo esse potencial de aceleração quando é acompanhada por pessoas experientes e processos bem definidos, pilares presentes na atuação da CI&T há 28 anos. Leonel Togniolli Chief Technology Officer 6