IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
O advento da singularidade tecnológica na nova era da IA Nov 14, 2023 | min leitura Inteligência Artificial By Gabriel Marostegam , Ana Paula Lisboa Enquanto as especulações sobre os impactos da IA revolucionam o pensamento mundial, a velocidade dos avanços já expõe os receios da máquina superar o seu próprio inventor, ao mesmo tempo em que abre caminhos a uma nova relação entre os humanos e a tecnologia Enquanto muitos defensores da IA argumentam sobre o forte potencial da tecnologia, outros ressaltam o fato das capacidades da IA já estarem ultrapassando a compreensão de seus criadores, o que imputa o risco de trazer à vida um cenário fictício em que a máquina supera o seu próprio inventor. Pesquisadores temem que as futuras IAs possam ter objetivos que não estejam alinhados com os de seus criadores humanos, o que levaria ao ápice da singularidade tecnológica. Tais perspectivas traduzem as especulações sobre as possibilidades de transformação futuras da tecnologia. Isso porque a singularidade tecnológica, de acordo com a Enciclopédia Britânica, é um momento hipotético futuro em que o progresso tecnológico atinge um ponto de rápida e exponencial aceleração, no qual o avanço superará o controle humano, provocando mudanças profundas e imprevisíveis nos sistemas econômicos, sociais e políticos mundiais. Para Ray Kurzweil, escritor, futurista, cientista da computação e co-fundador da Singularity University, dentro de algumas décadas, a inteligência da máquina superará a inteligência humana, o que levará à singularidade - mudança tecnológica tão rápida e profunda que representará uma ruptura no tecido da história humana. “As implicações incluem a fusão da inteligência biológica, e não-biológica, software humano, imortalidade, e novos níveis de inteligência que se expandem no universo na velocidade da luz.” No final das contas, o que todos mais procuram, neste momento, é entender as aplicações, os benefícios e, principalmente, as mudanças disruptivas que a IA provocará nos sistemas econômicos, políticos, sociais e culturais. Mas, afinal, quais são as chances de ocorrer um “apocalipse” pelas consequências dos avanços da IA? Ao que tudo indica neste momento é que essa revolução afetará o trabalho cerebral de alto status, prodígio que a Revolução Industrial nunca alcançou. Portanto, não há garantias sobre tudo o que está por vir. Oportunidades do futuro para o presente Seja qual for a previsão, o que se sabe é que a IA impactará fortemente a eficiência das operações comerciais e a experiência do usuário da tecnologia. É uma corrida contra o relógio que já provoca muitas disparidades acerca da confiança na tecnologia, riscos de uma ruptura global de dados e quebra dos atuais modelos de negócios transacionais. Comercialmente, o que a indústria e o mercado esperam é uma fusão de implementações de IA direcionadas à eficiência na otimização das operações e processos com aplicativos de IA focados na experiência personalizada, intuitiva e emocionalmente inteligente aos clientes. Adotar essas tendências será crucial para as empresas que buscam se manter competitivas e atender às crescentes expectativas de seus clientes. Porém, existem desafios importantes: a capacidade humana de avaliar o que é gerado tem um limite. E a IA está chegando rapidamente a esse limite, de acordo com James Currier, General Partner, da NfX. A chave é equilibrar a promessa da IA com uma avaliação dos riscos e estar pronto para se adaptar. Limites éticos na relação entre homem e máquina Nesse caminho, muitas vezes ainda vago para alguns, existem atalhos importantes que podem mudar o rumo das previsões mais sombrias. Dentre os mais importantes estão a adoção de uma IA Responsável e de uma Relação Simbiótica e de Complementaridade, na qual a tecnologia complementa as habilidades humanas ao invés de substituí-las. Nesta nova relação os papéis entre humanos e IA e suas competências competitivas e cooperativas são definidos para garantir que a inteligência artificial seja desenvolvida de maneira segura e que os benefícios da tecnologia sejam distribuídos de maneira justa. A tecnologia complementaas habilidades humanasao invés de substituí-las Simbiose entre competição e cooperação As competências competitivas referem-se às vantagens únicas que os humanos ou a IA possuem, enquanto as competências cooperativas aumentam a capacidade de trabalharem juntos de forma eficaz. Assim como aconteceu com a escrita e a impressão, a civilização humana adentra em uma nova fronteira sem limites. Para alguns estudiosos, na melhor das hipóteses, a tecnologia está estabelecendo a planície para aqueles que mais tarde monopolizarão um novo mundo. Vencedores serão aqueles que encararem qualquer dificuldade como um pedestal para alcançar a vitória. Pois é do vale da estranheza que parte a força da verdadeira mudança para um futuro sem a distopia do medo. E para que esse futuro projete a esperança real de dias melhores para a humanidade, é necessário que os poderes constituídos com a força das grandes corporações estabeleçam regulamentações para limitar o uso da inteligência artificial, o acesso igualitário à tecnologia e a conscientização pública sobre os riscos e desafios associados à singularidade. “Mais do que temer qualquer perspetiva, o caminho mais assertivo nessa jornada é conhecer a IA para ganhar confiança no avanço da tecnologia. Abrir-se às oportunidades que ela oferece reduzirá, certamente, a aversão aos riscos. Todos os desafios geram incertezas e isso é uma resposta natural ao desconhecido. Vencedores serão aqueles que encararem qualquer dificuldade como um pedestal para alcançar a vitória. Pois é do vale da estranheza que parte a força da verdadeira mudança para um futuro sem a distopia do medo”, conclui Gabriel Marostegam, Head of Data & AI da CI&T. Gabriel Marostegam Head of Data & AI, CI&T Ana Paula Lisboa Senior Manager, CI&T 4