IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
Cartas de uma jornada 30 anos GRATIDÃO Por Stanley Rodrigues Era 5 de maio de 2014, minha primeira reunião como CI&Ter. Na mesa, dez mentes: arquitetos, diretores, executivos e dois dos fundadores. O que se desenrolou diante de mim não foi apenas uma reunião, foi uma demonstração viva de integridade intelectual. Ideias se chocavam não como armas, mas como instrumentos de refinamento. Quando o arquiteto gentilmente contestou o ponto do CEO, e a sala se uniu ao argumento mais convincente, percebi que havia cruzado território desconhecido. Nos mundos corporativos que eu conhecia, deferência à hierarquia era regra silenciosa. Mas aqui, nesta sala ensolarada de ideias compartilhadas, o velho modelo de comando e controle se evaporou. Eu havia testemunhado uma verdade que ouviria ecoar frequentemente: a sala é mais inteligente que o indivíduo.Nas minhas primeiras reuniões de PDCA gerencial, ficou claro que pessoas eram o coração deste lugar. Conversas fluíam sobre negócios, clientes e tecnologia, sempre pela perspectiva das “pessoas”. A CI&T vivia seu credo: Desenvolvemos pessoas antes de desenvolver software. Num mundo ainda lutando com os resíduos da rigidez do século XX, isso parecia o século XXI respirando ar fresco num dia sufocante.Além de colaborativa, a cultura CI&T era revigorante. Aqui, autenticidade tinha espaço pra se esticar. Olhos brilhavam de propósito. E, nesse paradoxo de brilhantismo coletivo, o indivíduo se tornava mais empoderado que em culturas que glorificam o lobo solitário. A CI&T entendia algo atemporal e raro: colaboração é multiplicador. Lá em 1995, construir uma empresa baseada em colaboração genuína não era só audacioso, era visionário.Conforme mergulhava mais fundo na trama dessa cultura, um sentimento se destacou acima do resto: gratidão. Emergiu não como sentimento passageiro, mas como força silenciosa, um reconhecimento de que nenhum de nós conquista nada sozinho. Gratidão nos humilha, mas nos fortalece. Dissolve barreiras e revela o quanto devemos aos que estão ao nosso redor.Sob essa luz, a crença da CI&T em perspectivas diversas e construção coletiva se tornou não só inteligente, mas sagrada. Gratidão é o catalisador invisível, a enzima mágica que ativa todo o sistema.Gratidão convida respeito e nutre humildade. Juntas, formam o solo de onde crescem resistência e adaptabilidade. Caminha de mãos dadas com escuta, uma escuta que não é passiva, mas profunda. Nesse tipo de ambiente, somos livres pra errar, aprender, evoluir. Somos indivíduos mais resilientes e adaptativos. É o solo do ganha-ganha.Aqueles que vivem com gratidão veem mais longe, sentem mais profundo. Percebem o mundo não como carente, mas como cheio. Dão mais e, de alguma forma, recebem mais de volta. Essa, pra mim, é a essência de um CI&Ter: alguém que carrega esses valores pra casa, pros clientes e de volta, expandindo um círculo de influência positiva. E quem, no final, é o maior beneficiário? A sociedade.Talvez seja por isso que clientes se sentem atraídos pela CI&T. Fazer negócios digitais bem-sucedidos requer qualidade, velocidade e escala, tudo combinado. E só um ambiente genuinamente colaborativo, criativo e orientado pra inovação gera esse ecossistema. E gratidão, sempre silenciosamente, lubrifica todo esse motor.Devo agradecimentos a tantos ao longo dessa jornada. Mas, acima de tudo, sou grato por fazer parte de um lugar corajoso o suficiente pra liderar mudança e humilde o suficiente pra continuar se reinventando. A CI&T me torna um ser humano melhor. E, no final, o que mais poderíamos pedir? Somos, todos nós, apenas humanos.Obrigado. Abra uma carta. Faça uma pausa. 30 ANOS DE CI&TEM CARTAS VOLTAR À PÁGINA PRINCIPAL