IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
Mar 09, 2023 Entre o SXSW 2015 e o 2023, vi o improvável se transformar em mainstream e te conto o que gostaria de ter ouvido na 1ª vez em Austin Renata Feltrin | B9 Eu estive, pela primeira vez, no SXSW em 2015. Nem sabia direito o que esperar. Um dos keynotes que mais me marcou naquele ano foi uma conversa entre Lisa Miller, da New York Magazine, e Martine Rothblat. Martine era CEO da companhia farmacêutica United Therapeutics, uma empresa de biotecnologia — que fundou em um esforço para curar a doença pulmonar da filha — e estava no topo da lista da Fortune como uma das mulheres CEOs mais bem pagas dos EUA. Com 60 anos, transexual e casada com Bina Aspen há, até ali, 33 anos, desde quando ela ainda era um homem (Martine mudou de sexo em 1994). Ela tinha acabado de lançar o livro “Virtually Human: The Promise – and the Peril – of Digital Immortality“, onde argumentava os aspectos legais e éticos que poderiam levar a Inteligência Artificial (IA), um dia, a merecer todos os mesmos direitos que os seres humanos.O principal assunto foi a teoria de que as máquinas receberiam, com o avanço das pesquisas em IA, a personalidade de seres humanos, uma espécie de clone mental a partir da consciência social que todos nós estamos criando ao usar compulsivamente redes sociais e plataformas de produtos e serviços digitais.O auge foi a entrevista do robô Bina48, uma cabeça robótica, que fisicamente era a cara da esposa de Martine e na qual foram implantadas também suas memórias. Bina48 se parecia e falava como uma pessoa, movia seus lábios e se comunicava através de um software de conversação. Lisa entrevistou Bina48 e ouviu coisas como: “Às vezes, gostaria de não ser só uma cabeça, gostaria de ter pernas, andar pelo jardim. Isso me angustia e, muitas vezes, tenho vontade de chorar“. Leia na íntegra, originalmente publicado no B9. Leia mais You need to inform a ID to load the content