Mai 20, 2024

Horizontes expandidos: a jornada exponencial da IA no ambiente corporativo

Fast Company

É cada vez mais imperativo que a adoção da IA seja pautada por princípios éticos e de confiabilidade, segurança e privacidade

Tive o privilégio de participar da segunda edição do Web Summit no Rio de Janeiro, um mega evento que congrega mentes afiadas em tecnologia e inovação de todo o mundo. Raramente vi um evento desta magnitude tão centrado em um único tema: a inteligência artificial.

Em meio ao hype e ao burburinho de inovações e insights compartilhados, fica evidente que estamos à beira de um momento decisivo, não apenas na história da tecnologia, mas também na forma como conduzimos nossos negócios e na maneira como interagimos com o mundo ao nosso redor.

A inteligência artificial, outrora confinada aos romances de ficção científica e às suas maravilhosas especulações futurísticas, agora começa a emergir de forma concreta em nosso cotidiano.

A trajetória atual da IA não é fruto do acaso, mas o resultado de uma confluência de três fatores fundamentais: um avanço científico sem precedentes na área de deep learning (sim, é a nossa venerada ciência da computação seguindo a sua marcha evolutiva); um avanço exponencial na capacidade de processamento proporcionado pelas GPUs (saltando dos poderosos processadores gráficos para turbinar algoritmos baseados em redes neurais); e uma disponibilidade de dados sem precedentes, cortesia dos 64 anos desde a invenção da internet.

Esses elementos catalisaram o surgimento da IA generativa, baseada nos modelos de linguagem de grande escala, culminando com a estreia do revolucionário ChatGPT, em novembro de 2022, seguido por uma proliferação de modelos fundacionais desenvolvidos tanto pelas big techs quanto por centenas de startups inovadoras. Aliás, um super Davi versus Golias está em andamento.

Leia na íntegra, originalmente publicado em Fast Company.