Mar 10, 2023

SXSW: oito anos depois

Meio & Mensagem - Paulo Camara

Estive no SXSW pela primeira vez em 2014. Retornei no ano seguinte. E agora, oito anos depois, volto a Austin e à loucura do maior festival de inovação digital do planeta


Estive no SXSW pela primeira vez em 2014. Retornei no ano seguinte. E agora, oito anos depois, volto a Austin e à loucura do maior festival de inovação digital do planeta. Fiquei refletindo sobre essas primeiras experiências, tentando traçar paralelos com a edição deste ano, a primeira “sem restrições” pós-pandemia. Algumas coisas se mantêm, na minha visão.

A primeira é o caráter superlativo do SXSW: centenas de sessões, dezenas de milhares de participantes, uma miríade de temas sobre o presente e os prováveis futuros. Além disso, continuamos tendo (felizmente) uma lista interminável de ativações, happy hours, shows e festas, que desafiam as orientações de qualquer nutricionista. E há boas novidades também: as filas intermináveis e os recordes diários de passos prometem ser amenizados, com inovações introduzidas nesses últimos anos, como o SXXpress (“fura-fila”) e os apps de patinetes que, ao contrário do Brasil, resistem bravamente por lá.

Revendo minhas fotos e anotações das edições passadas, consigo identificar alguns temas que, naquele momento, ocuparam um bom espaço na minha agenda e na de vários outros participantes. Um exemplo são os wearables. Foram dezenas de sessões sobre beacons, sensores, gadgets e o quanto isso iria transformar, profundamente, a vida e as interações das pessoas com as marcas. Basta lembrar que o Apple Watch, talvez o principal produto desse tipo, foi lançado em 2015.

Leia na íntegra, originalmente publicado no Meio & Mensagem.