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Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
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O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
A experiência do cliente hiperpersonalizada, com comunicação proativa e executada em escala Jun 01, 2026 | min leitura Inteligência ArtificialImpacto de negócioTransformação DigitalInovaçãoExperiência do Cliente By Luiz Reolon Canais de atendimento por texto sempre foram estratégicos para empresas brasileiras. Pesquisas apontam que o WhatsApp está presente em 99% dos smartphones do país, motivo pelo qual, durante anos, companhias investiram em automações e chatbots para tornar o atendimento no aplicativo mais rápido e personalizado. Ainda assim, a experiência do cliente continuou limitada por fluxos rígidos, pouca contextualização e jornadas fragmentadas. Agora, com o avanço da IA generativa e das arquiteturas agênticas, os canais conversacionais finalmente ganharam capacidade para se tornar diferenciais competitivos, especialmente para grandes empresas que precisam equilibrar escala, eficiência operacional e personalização. “O problema dos modelos tradicionais é que eles seguem um script pré-determinado durante a conversa. O cliente precisa se adaptar ao menu”, explica Luiz Reolon, Executive Director na CI&T. “Agora a lógica mudou. Agentes conversacionais de IA conseguem entender o contexto do consumidor e resolver o que ele precisa de forma personalizada e em tempo real.” Muito além de simples chatbots Uma confusão ainda comum é acreditar que agentes conversacionais de IA seguem a mesma lógica e entregam a mesma experiência dos chatbots tradicionais. A diferença entre as duas soluções é estrutural: os chatbots tradicionais eram limitados a responder perguntas dentro de fluxos pré-definidos, enquanto os agentes conversacionais são capazes de entender intenção, contexto e conseguem executar tarefas reais dentro da operação da empresa. “O diferencial está no fato de que o agente de IA não é apenas informativo. Ele interage com APIs de sistemas de back-office para executar tarefas reais que resolvem a necessidade do cliente”, afirma Reolon. Isso significa sair de experiências limitadas a menus e redirecionamentos para jornadas capazes de se resolver dentro da própria conversa. Em vez de orientar o cliente a acessar outro canal, abrir um chamado ou falar com outra área, o agente pode consultar sistemas corporativos, acionar APIs e executar ações em tempo real. “Se o cliente precisa emitir uma segunda via de boleto, fazer uma transação bancária ou agendar um serviço, o agente de IA consegue interagir com o back-office da empresa e concluir essa ação durante a conversa”, explica Reolon. Essa distinção é ainda mais relevante em grandes empresas, onde operações fragmentadas e múltiplos sistemas dificultam a automação do atendimento em plataformas conversacionais. Nesse cenário, agentes de IA passam a atuar como uma camada inteligente de orquestração, conectando diferentes estruturas operacionais sem aumentar a complexidade para o cliente final. Outro diferencial importante está na capacidade multimodal desses agentes. Além de texto, eles conseguem interpretar imagens, documentos, contexto e histórico da interação e até áudios, algo valioso para as companhias que atuam no Brasil, um dos países que mais utilizam mensagens de voz no WhatsApp. “A multimodalidade torna a experiência mais natural. No setor da saúde, por exemplo, um paciente pode enviar um áudio agendando uma consulta com um médico específico, sem precisar navegar por menus complexos. No varejo, o cliente pode encaminhar uma foto ou print de um produto para iniciar uma compra diretamente no canal conversacional. Já nos serviços financeiros, imagens de boletos ou comprovantes podem validar informações e dar sequência ao atendimento em tempo real”, afirma o especialista. Para empresas que lidam com altas expectativas de experiência, essa evolução redefine a capacidade de responder, resolver e se relacionar em escala, já que a conversa deixa de ser apenas um canal de suporte e passa a funcionar como uma interface operacional da companhia. Comparativo: chatbots tradicionais x agentes conversacionais de IA Chatbots Tradicionais Agentes Conversacionais de IA Lógica de Funcionamento Baseados em árvores de decisão e modelos "engessados". Baseados em IA Generativa, permitindo conversas fluidas como entre dois humanos. Interação com o Usuário Funcionam como um "cardápio" de opções pré-definidas que o usuário deve escolher. Interpretam a intenção do cliente através de linguagem natural (texto, voz ou imagem). Capacidade de Ação Meramente informativos, frequentemente redirecionando para sites ou números de telefone. Transacionais; conectam-se a APIs e sistemas legados para executar tarefas (ex: emitir boleto, fazer transferências). Contexto e Histórico Geralmente reativos e sem memória de interações passadas. Possuem visão de histórico e contexto profundo para retomar conversas e ser mais precisos. Multimodalidade Limitados majoritariamente ao formato de texto. Multimodais; interpretam e respondem a áudios, fotos (prints) e mensagens de voz. Postura do Canal Atendimento passivo e dependente de aplicações ou sites específicos. Proativos: funcionam como um canal de comunicação de "mão dupla" e podem ser implementados no WhatsApp. Precisão e Qualidade Podem dar respostas errôneas por seguir roteiros rígidos. Utilizam um "agente juiz" para validar respostas, garantindo mais precisão e qualidade. Vantagens de negócio para as empresas Por ampliar a capacidade de gerar recorrência, aumentar conversão e criar relacionamentos mais contínuos com o consumidor, os agentes conversacionais já vêm sendo vistos como uma alavanca de crescimento para as empresas. Reolon explica que a principal vantagem está no fato de que os agentes deixam de atuar apenas de forma reativa. “A conversa passa a ser uma via de mão dupla. A empresa não apenas responde às demandas, ela também consegue construir relacionamento e gerar novas oportunidades de negócio em tempo real”, afirma. Esses ganhos ocorrem em diferentes frentes:• Proatividade e novas oportunidades de vendaCom o início de interações proativas e contextualizadas com o consumidor, os canais conversacionais criam jornadas inteligentes e oportunas, como sugerir presentes em datas comemorativas, lembrar pacientes sobre exames recorrentes ou recomendar produtos com base em comportamento e histórico. “Isso permite que a empresa construa experiências mais próximas de um concierge do que de um canal de suporte”, explica Reolon.• Atendimento consultivo e aumento de ticket médio com personalização Ao compreender contexto, intenções e preferências do cliente, os agentes conversacionais de IA podem conduzir toda a jornada de compra, mesmo em casos complexos, personalizando o atendimento com orientações que vão além do produto em si e abrangem toda a situação vivenciada pelo cliente no momento da compra. • Redução de fricção e aumento de recorrênciaOutro impacto relevante está na eliminação de barreiras de conversão. Como toda a experiência acontece dentro de canais já amplamente utilizados, como o WhatsApp, o consumidor não precisa instalar aplicativos, acessar portais ou alternar entre diferentes plataformas para resolver um problema ou concluir uma compra.• Conversão transacional em tempo realAlém de conversar, os agentes conseguem executar ações ponta a ponta durante a própria interação. Isso inclui interpretar áudios, imagens ou mensagens para iniciar compras, validar informações, realizar transações e emitir comprovantes em tempo real. • ROI acelerado e validação rápidaPara empresas que ainda estão avaliando o potencial desse modelo, outro ponto relevante é a velocidade de retorno. Segundo Reolon, pilotos e provas de conceito já conseguem validar ganhos operacionais e impacto de negócio em poucas semanas. “Quando você reduz fricção, absorve demanda e resolve problemas no canal que o cliente já utiliza diariamente, o retorno tende a aparecer muito rápido”, afirma o executivo. Como a CI&T ajuda no desafio Implementar agentes conversacionais de IA em grandes empresas vai muito além da adoção de uma plataforma. O desafio está em integrar esses agentes ao ecossistema operacional da companhia de forma escalável, segura e evolutiva. “Essas empresas não precisam apenas contratar uma solução. Elas precisam desenvolver uma nova capability dentro do seu ambiente de tecnologia”, afirma Luiz Reolon. A expertise da CI&T em lidar com ambientes corporativos complexos, compostos por múltiplos sistemas, integrações e estruturas legadas faz da companhia a parceira ideal para desenvolver soluções em canais conversacionais. Em vez de tentar transformar toda a operação de uma só vez, a CI&T prioriza jornadas de maior impacto e evolui os agentes continuamente conforme o negócio amadurece, permitindo que as jornadas conversacionais evoluam sem aumentar a complexidade operacional. Para conhecer mais sobre a nova oferta AI Conversational Agents da CI&T, clique aqui e entre em contato com nossos especialistas. Luiz Reolon Head of Experience Management, CI&T 1