IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
O futuro híbrido de humanos + AI: como a CI&T enxerga as novas direções de trabalho Mai 28, 2025 | min leitura Inteligência ArtificialInovaçãoTransformação DigitalImpacto de negócio By Marcos Fernandes Entre todas as disrupções que a Inteligência Artificial Generativa é capaz de provocar na sociedade, uma das primeiras que já podem ser observadas está na relação das pessoas com o trabalho. Um estudo recente da Gartner evidenciou que a IA irá impactar a produtividade dos desenvolvedores e transformará o modo como as equipes trabalham, permitindo maior autonomia e eficiência. Coerente com essa tendência global, em 2023 a CI&T iniciou uma virada decisiva em sua trajetória: tornar-se uma empresa AI First. Desde então, a companhia ganhou experiências que agregam aprendizados à discussão de como a sinergia humana com Inteligência Artificial pode gerar valor nas empresas. Os estágios da mudança impulsionada por Humanos + IA A coexistência de humanos e agentes de IA já está redefinindo o trabalho, mas a visão de que essa tecnologia pode ser aplicada apenas em tarefas repetitivas foi superada. Na CI&T, além do ganho de eficiência quase imediato gerado pela automatização de tarefas operacionais, um novo horizonte já demonstra força: o de incorporação de agentes de IA como membros do time. De acordo com Marcos Pellini, Diretor Executivo da CI&T, esse avanço representa uma mudança que tem acontecido em duas principais ondas de evolução dos processos, marcando diferentes estágios de maturidade e adoção. A primeira onda teve foco em acelerar processos existentes através do uso de Inteligência Artificial em tarefas presentes em todas as etapas realizadas pelas equipes. Foi nesse momento que a companhia obteve ganhos rápidos de eficiência em atividades como escrita de histórias, automação de testes e análise de código. Já na segunda onda, a empresa repensou processos inteiros, indo além da aceleração de tarefas e redesenhando fluxos completos com o apoio de agentes autônomos. Recentemente, essa lógica evoluiu para uma fase de saltos estruturais, em que etapas inteiras passaram a ser encurtadas por agentes capazes de ir, por exemplo, da fase de design de UI diretamente à geração de código. “Como todo o nosso ciclo de desenvolvimento tem ganhos de eficiência com IA, agora chegamos no momento de encontrar as oportunidades para incorporar agentes que permitem acelerar fases inteiras, e não apenas atividades pontuais”, afirma Marcos. O CI&T Flow teve um papel fundamental na pavimentação desses caminhos. A plataforma proprietária de IA Generativa da CI&T materializou a mudança de mindset ao permitir o uso seguro e acessível da Inteligência Artificial a todos os times da companhia. Humanos powered by IA: mais do que produtividade, uma inteligência coletiva Ao adentrar na era do profissional powered by AI, onde os humanos têm suas capacidades aprimoradas, e não substituídas, a CI&T se mostra pioneira na disrupção prevista desde o boom da Inteligência Artificial. As principais transformações na relação com o trabalho observadas pela companhia são: Liberação de capacidade cognitiva para atividades de maior valor Com a IA assumindo uma parcela relevante das atividades e processos, os profissionais ganham espaço mental para atuar de forma analítica, criativa e estratégica em desafios mais complexos e decisivos. O trabalho com copilotos amplia a capacidade de explorar soluções e refinar ideias em tempo real. Reconfiguração da topologia dos times e identificação de novos papéis e competências A forma como as equipes são organizadas também está sendo impactada. À medida que essa nova forma de trabalho se consolida, emergem novos papéis para a atuação humana e novas habilidades demandadas, como a capacidade de orquestrar agentes de IA, pensamento crítico para promover melhorias contínuas nos processos e ampliação de perfis ainda mais especialistas ou generalistas. Formação de composições híbridas Os times passam a ser compostos por humanos e agentes de IA atuando de forma integrada. A IA deixa de ser apenas uma ferramenta de apoio e passa a ser considerada parte ativa do ecossistema de entrega, com valor próprio dentro das operações. O avanço da interação de humanos + AI é observado também no cenário mundial: dados da Gartner apontam que 55% das empresas que já utilizaram Inteligência Artificial sempre avaliam a possibilidade de aplicá-la em novos projetos. Isso mostra que, uma vez demonstrado seu valor, a IA deixa de ser exceção e passa a ser um caminho padrão para a inovação corporativa. O impacto da inteligência híbrida nos negócios A incorporação da IA nos fluxos da CI&T vai além da produtividade e está abrindo novas frentes de valor. Segundo Marcos, projetos que antes poderiam ser financeiramente inviáveis para muitas organizações, como a modernização de sistemas legados, hoje entram na pauta de CIOs graças ao menor risco, menor custo e maior velocidade proporcionados pela atuação com Inteligência Artificial. Para o futuro, o executivo indica que a identificação de onde está a AI nos processos e onde não está, será cada vez menor. “Em breve a Inteligência Artificial estará em todos os lugares e fazendo parte de todos os processos, por isso vamos deixar de conseguir perceber exatamente onde tem IA e onde não tem”, finaliza. Marcos Fernandes Head of Technology, CI&T 5