Liderança e Aprendizado Contínuo: Explorando a Inteligência Artificial na CI&T

Ago 09, 2023 | min leitura
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Rodrigo Bela

Presente em nosso dia-a-dia há algum tempo, a Inteligência Artificial tomou os holofotes para si recentemente por meio do tremendo avanço notado em sua aplicação no contexto de IA Generativa como Chat GPT e similares.

Dentro da Summit Alliance, uma de nossas Unidades de Crescimento na CI&T, não demorou para o assunto se tornar conversas recorrentes nos canais de comunicação. Como líder, senti um borbulhar de curiosidade e um nó de ansiedade, um misto de "o que isso realmente significa?" e "como isso pode mudar a maneira como trabalhamos?".

Também senti a necessidade de entender os conceitos por trás dessa tecnologia, quais ferramentas estavam sendo usadas e quais projetos poderiam se beneficiar do seu uso. Foi nesse cenário que a cultura da CI&T se mostrou enriquecedora, ao me permitir experimentar e explorar o universo da IA com autonomia e, claro, com a devida responsabilidade esperada de minha atuação.

Uma das minhas primeiras barreiras a superar foi acalmar minha própria ansiedade. Foi um desafio encarar a IA Generativa não como uma ameaça no estilo 'rebelião das máquinas', mas sim como uma aliada poderosa. A velocidade com que a Inteligência Artificial, assim como outras tecnologias, avança pode ser assustadora, mas a chave é lembrar que ela está aqui para nos auxiliar, não para nos substituir.

“À medida que me aprofundava no assunto, percebi que a Inteligência Artificial Generativa era mais uma ferramenta para aumentar nosso potencial, ajudando a resolver problemas complexos e a liberar tempo para o que realmente importa: inovação e criatividade humana”

Rodrigo Bela,  Estrategista Digital na CI&T


Por isso digo que a IA Generativa possui um impacto tanto técnico quanto humano nas operações. O equilíbrio entre essas duas perspectivas é fundamental e a empresa fornece um espaço seguro para que essas discussões ocorram, incentivando todas as pessoas do time a se sentirem confortáveis a experimentar e aplicar inovações rapidamente.

Os desafios não deixam de ser inúmeros, mas assim também são as possibilidades, e acredito que a liderança eficaz no mundo da IA requer algumas habilidades fundamentais. A primeira é a capacidade de aprender continuamente e de se conectar com pessoas e tecnologias. A segunda, e talvez a mais crítica, é a habilidade de equilibrar os impactos técnicos e humanos das soluções que implementamos.

Além disso, a liderança no universo da IA pede um olhar mais profundo. Precisamos estar cientes dos impactos ambientais (os modelos computacionais requerem grande necessidade de processamento, ou seja, mais energia), sociais (impactos nas formas de endereçar os trabalhos no dia-a-dia) e de governança (uma visão holística de sociedade interna e externa) de nossas ações - o famoso conceito de ESG. Não se trata apenas de usar a IA para aumentar a eficiência ou lucratividade, mas de como podemos usá-la para tornar nosso mundo melhor.

Por fim, liderar no cenário corporativo impulsionado pela IA é sobre como transmitir esse conhecimento e essa consciência para nossos times. Para que as nossas pessoas, por sua vez, se sintam mais seguras, menos ansiosas e prontas para aproveitar as oportunidades que a IA oferece.

Concluo então com um convite: junte-se a nós nessa jornada. Acredite no poder da aprendizagem contínua e na responsabilidade de usarmos a IA com consciência. Na CI&T, estamos criando um espaço onde a experimentação é encorajada e a ética é sempre valorada! E não vejo a hora de ver como você e sua liderança possam contribuir para essa jornada.


Rodrigo Bela em preto e branco

Rodrigo Bela

Digital Strategist, CI&T

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