IA Generativa nas empresas: uma maratona, não um sprint Jul 20, 2023 Nesta corrida sem precedentes, a AI vem impulsionando as corporações a adotarem estratégias transformacionais - negligenciar a velocidade na largada pode resultar em perda de relevância no futuro. Saiba mais
Cibersegurança é o novo foco dos conselhos administrativos Fev 10, 2025 Descubra por que a cibersegurança se tornou prioridade nos conselhos administrativos e como a IA Generativa está transformando a defesa digital. Saiba mais sobre estratégias, compliance e inovação para proteger negócios no cenário digital. Saiba mais
CI&T abre vagas para programa de estágio Out 03, 2022 Pessoas candidatas podem se inscrever até 20 de outubro pelo site Saiba mais
O poder da inteligência artificial para melhorar a experiência do cliente (CX) Jul 11, 2023 Como parte de um grande volume de tecnologia voltada para o futuro, as ferramentas de IA ajudarão as organizações a dimensionar a criação de conteúdo rapidamente, oferecer personalização de nível superior e trazer engajamento em tempo real para todas as etapas da jornada do cliente. Saiba mais
Diversidade e inclusão nas empresas: como se preparar para o pós-pandemia Set 24, 2020 | min leitura PessoasDiversidade By CI&T O tema da Diversidade e Inclusão (D&I) nas empresas, e a sua importância, já vinha sendo debatido com frequência, inclusive pelos altos níveis de liderança em algumas delas. Uma gama de estudos aponta que companhias com equipes diversas e heterogêneas geram melhores resultados nos negócios. Essa pauta já estava em destaque e com a pandemia ela ganhou força em algumas empresas, ao passo em outras saiu de cena por questões de priorização. Independentemente das conversas sobre D&I dentro dos ambientes corporativos, a observação dos números reais durante pandemia são preocupantes e demonstram uma concentração de prejuízo para os grupos mais vulneráveis e com menor representatividade nas lideranças dessas organizações, incluindo mulheres, pessoas negras, com deficiência e/ou LGBTQIA+. A vulnerabilidade social e a recuperação econômica Levantamentos de diversas entidades, como a Organização Internacional do Trabalho e o IBGE, apontam que homens e mulheres negros, historicamente mais afetados pelas crises econômicas, serão novamente os mais vulneráveis no Brasil. Nos EUA, dos 40 milhões de postos de trabalho perdidos desde o início da pandemia, a maior parte impactou a comunidade afro-americana e as mulheres. Isso é extremamente preocupante. Mais alarmante ainda: um estudo conduzido por uma empresa de tecnologia de recrutamento no Reino Unido mostrou que 14% das companhias daquele país consideram o tema da inclusão como menos importante para a recuperação dos negócios no pós-pandemia quando comparado com o momento atual. Em contraste, um outro estudo, elaborado pela pesquisadora Angela Chitkara, da City College of New York, apontou que companhias que não avançarem no tema de inclusão e diversidade irão colocar seus negócios em risco. Todo esse cenário gerado pelo covid-19 trouxe à tona uma discussão sobre como devemos repensar o futuro e como podemos aproveitar esse momento para debater questões que impactem positivamente toda a sociedade. A crise atual jogou luz sobre as diferentes faces da desigualdade - seja social, de gênero ou de raça. Seria um grande desperdício não aproveitarmos este momento para endereçarmos e avançarmos nessas questões. Como podemos deixar de lado debates teóricos e colocarmos em prática mudanças que promovam inclusão e diversidade para mulheres, negros, para a comunidade LGBTQI+, PCDs e para tantos outros grupos que estão presentes na nossa sociedade mas têm baixíssima representatividade em nossos ambientes corporativos? Práticas que promovem inclusão e diversidade nas empresas Para chegarmos onde queremos, precisamos começar a refletir, por nós mesmos: qual é o meu papel - como indivíduo no ambiente corporativo e na sociedade - na construção de empresas e de uma sociedade com maior equidade de oportunidades? Dentro das organizações, essa reflexão precisa ser fator cultural, que permeia todos os colaboradores e colaboradoras, passando por C-Levels, middle management e toda a operação. Não é uma tarefa fácil, nem sempre teremos as respostas para todos problemas, mas é uma reflexão que devemos nos provocar, afinal de contas está nas nossas mãos, individualmente e como empresas, a construção de um melhor modelo de sociedade e de ambientes corporativos. Nesse aspecto, as práticas de ESG - Environmental, Social and Governance, ou Meio Ambiente, Social e Governança corporativa- ganham destaque, pois colocam a agenda estratégica da empresa em favor de uma mudança cultura integral. No escopo ESG, estão as práticas de atração de talentos diversos e sua inclusão. Assim, uma boa prática é entender D&I não como missão de uma área, por exemplo o RH, mas sim toda a companhia. Nas empresas, a Diversidade e Inclusão promove ambientes mais criativos, mais inteligentes, mais engajados, mais inovadores e por consequência que produzem melhores experiências para os consumidores finais e melhores resultados para os negócios. Um estudo elaborado pela consultoria empresarial McKinsey, “Diversity wins: How inclusion matters”, demonstra com números os benefícios e resultados da D&I. Além de resultados palpáveis, também posiciona empresas como importantes agentes de transformação social, criando oportunidades equitativas para pessoas que sempre foram deixadas de lado da força de trabalho. É bom para os negócios, e é também o certo a ser feito. ESG, não só uma sigla para identificar negócios social e ambientalmente responsáveis, é também um conceito que desmitifica a "filantropia", como algo a mais que uma empresa faz, posicionando essas ações como o necessário e o dever no mundo contemporâneo. Por fim, ainda há muito espaço para que as lideranças empresariais se atentem ao fato de que a Diversidade e Inclusão é uma resposta chave para o momento atual, sendo um dos caminhos para a retomada do crescimento das empresas no pós-pandemia. O momento atual é fértil para que possamos construir uma nova realidade mais diversa e inclusiva, com maior equidade de oportunidades e resultados. O que precisamos fazer é quebrar a inércia da conversa e mover para a ação, com atitude e ações afirmativas contundentes ao tamanho do problema e também da oportunidade. CI&T 17